As ferramentas de que precisa, sobre as licenças que já paga
Projeto de referência · cliente e setor omitidos de propósito
O que a estava a travar
Uma empresa de cerca de trinta pessoas, cheia de documentos, a crescer. Discos partilhados, folhas de cálculo e email, até o trabalho manual os apanhar: aprovações paradas quando alguém ia de férias, três folhas copiadas umas para as outras todas as semanas, uma pasta onde ninguém se orientava.
O que construímos
- Circuitos de aprovação que antes eram cadeias de email.
- Um registo que transformou a confusão dos discos partilhados em algo pesquisável.
- Registos que acompanham o trabalho sem ninguém manter uma folha de cálculo.
- Formulários e apoio de IA, para o arquivo repetitivo levar minutos.
Tudo sobre licenças que já tinham. Não se comprou software novo.
Como isto se vê
Uma das ferramentas verifica se um data room de due diligence contém aquilo que a disclosure letter diz conter. Compara pelo conteúdo dos ficheiros e não pelo nome, e lê datas de dentro das digitalizações. No dia a seguir a entrar ao serviço, o responsável do cliente fez cinco comparações sozinho e teve as cinco respondidas nesse dia.
A segunda nasceu de uma mensagem de voz numa segunda-feira: os números das parcelas deste pedido batem certo com as tabelas e os anexos? Nessa tarde já funcionava. Na primeira passagem por processos reais encontrou um erro que ninguém tinha visto, uma parcela listada duas vezes.
Um problema de manhã, uma ferramenta a funcionar à noite, e quinze dias depois usam-na sem nós.
Perguntas que me fazem
Preciso de software novo para isto?
Normalmente não. A maior parte das empresas entre 20 e 150 pessoas já paga licenças Microsoft 365 que incluem a automatização e a gestão documental de que precisam, e usa uma fração. Nada do que está acima exigiu uma subscrição nova.
Quanto tempo demora uma destas ferramentas?
Dias, quando a ferramenta é estreita. O verificador de licenciamento acima passou de mensagem de voz na segunda de manhã a funcionar nessa tarde.
O que muda na faturação eletrónica em Portugal?
Abaixo de 500 mil euros pode enviar PDF até 31 de dezembro de 2026. A partir de 2027 é CIUS-PT estruturado com assinatura qualificada, e cerca de 45 por cento das PME portuguesas já adotou faturação eletrónica.
O Regulamento da IA aplica-se a uma empresa pequena?
Se usa IA que não construiu, sim: um chatbot, um filtro de CV, um assistente de escrita. O artigo 50 entrou em vigor a 2 de agosto de 2026. As regras de alto risco passaram para dezembro de 2027, pelo Regulamento (UE) 2026/1744.
Fale com o Pedro
Uma conversa, sem apresentação. Se não fizer sentido, eu digo.
pedro@3dhconsulting.com